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sábado, 15 de agosto de 2009

Sporting empata no arranque

O Sporting não entrou bem na edição 2009/2010 da Liga portuguesa, ao empatar (1-1) esta noite no terreno do Nacional da Madeira. O golo da equipa de Alvalade foi apontado por João Aurélio na própria baliza.

Com Paulo Bento a ver o jogo da bancada por castigo, o Sporting apresentou-se a um nível razoável durante os primeiros minutos do desafio. Contudo, a defesa sportinguista facilitou num pontapé de canto e João Aurélio aproveitou para bater o guarda-redes Rui Patrício. Estavam decorridos 26 minutos.

Perante o resultado negativo, o Sporting entrou com duas caras novas para o segundo tempo. Pereirinha e Vukcevic entraram para os lugares de Abel e Rochemback, recebendo mais tarde a companhia de Matías Fernandez. O chileno substituiu o jovem André Marques.

O Sporting melhorou com a entrada de Matías Fernandez e acabou por chegar ao golo num pontapé de canto. João Aurélio marcou na própria baliza aos 75.

Moralizado com o golo da igualdade, o Sporting esteve perto da vitória nos instantes finais, mas acabou por falhar na concretização.

O Sporting e o Nacional somaram, assim, um ponto na ronda inaugural da prova.

In: Diário Digital

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Postiga, estreou-se à oito anos



Hélder Postiga estreou-se na primeira divisão do futebol nacional precisamente há oito anos contra o... Sporting, no velho Estádio José Alvalade.

Formado no FC Porto, foi aposta do então treinador dos azuis e brancos, Octávio Machado, na deslocação a Lisboa, no dia 12 de Agosto de 2001, num encontro que os leões venceram graças a um golo do avançado romeno Marius Niculae.
Postiga realizou apenas 45 minutos, no arranque de uma época que haveria de consagrar a equipa leonina, comandada por Laszlo Boloni.
Nas temporadas seguintes, Postiga ainda trabalhou no FC Porto com José Mourinho e depois representou o Tottenham (2003/04), mas logo voltou às origens (2004/05). Seguiram-se, na sua carreira, o Saint-Étienne (2005/06) e os gregos do Panathinaikos (2007/08), mas sempre por empréstimo dos dragões, antes de se transferir para Alvalade.

Fonte: O Jogo

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Patrício apura Sporting

Um pontapé de canto provocado por Filipe Caicedo acabou por valer um apuramento para a fase seguinte da Liga dos Campeões (playoff) ao Sporting no último minuto, através de um autogolo que repetiu o golpe de teatro das meias-finais da Taça UEFA há cinco anos em Alkmaar. A pressão de Rui Patrício dentro da área foi decisiva para a atrapalhação de Janssen, dando a volta a uma eliminatória que o Sporting fizera muito pouco por merecer ultrapassar.
Várias semanas a ouvir trocadilhos fáceis em variações ao nome do seu putativo reforço Filipe Caicedo terão afectado os jogadores do Sporting. Mais cedo o Sporting não podia ter sofrido o golo do Twente, equipa banal, mas mais fresca e com a preparação mais adiantada, demorou apenas 70 segundos: pontapé de canto à esquerda e cabeceamento central do brasileiro Douglas, a comprometer seriamente a dupla de centrais leonina.
Paulo Bento apostou numa frente ofensiva nova (Djaló, Postiga e Liedson só tinham jogado de início duas vezes, uma delas no famigerado Sporting--Barcelona, dos 2-5), procurando atrair marcações e dar mais espaço de manobra a Matías Fernández, que não confirmou andamento para este nível de exigência. A solução não funcionou, apesar do empenho de Postiga, porque Veloso e Moutinho não chegavam para a pressão dos holandeses, Djaló andava perdido e este Liedson nada acrescentaria à selecção de Portugal. Nem um golo em 180 minutos!
No segundo tempo, Paulo Bento trocou Matías por Pereirinha, adiantando Moutinho, e para os últimos 30 minutos, talvez demasiado tarde, lá entrou Caicedo, no lugar de Postiga, que era o melhor avançado, e também Vukcevic, para mais uma rotação do meio-campo, com Veloso à esquerda, Moutinho na terceira função da noite e Djaló atrás dos pontas-de-lança.
A agressividade aumentou, mas a organização não melhorou. Pelo contrário, os jogadores pareciam não se conhecer uns aos outros e Vukcevic já entrou ‘morto’. As melhores ocasiões da segunda parte ainda pertenceram ao Twente, por N’Kufo, em novo canto mal defendido (53’), por Tioté (67’) e novamente Douglas (82’). Mas no fim, o Sporting marcou.

(....)

Hélder Postiga – Tentou rematar e aparecer, mas o jogo era complicado para os avançados.
(...)

"GANHÁMOS COM O CORAÇÃO"

"Quero realçar a capacidade mental dos jogadores, que acreditaram sempre. Ganhámos com o coração e não com a táctica", disse Paulo Bento, instantes após o sofrido empate com o Twente, que garantiu ao Sporting a passagem ao playoff de acesso à Champions.

Consciente da "tensão" que pesava sobre a sua equipa para este desafio, o técnico leonino quis elogiar os jogadores e a sua prestação no reduto holandês. "No cômputo geral merecemos passar a eliminatória, contra uma boa equipa, que se organiza muito bem", frisou Bento, acrescentando: "Acabámos por ser felizes, mas os jogadores mereceram. A vitória [na eliminatória] é exclusivamente deles."

Confrontado com qual foi o seu discurso ao plantel antes do embate, Bento revelou que o segredo foi a "confiança". "Dissemos que podíamos fazer golos. E se quisermos uma boa época temos de manter a organização e o coração de hoje."

O treinador destacou ainda a estreia de Caicedo pelos leões: "Entrou com uma enorme vontade e teve uma boa prestação."

In: Correio da Manhã

terça-feira, 21 de julho de 2009

Empate com Vit. Guimarães


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Golo de Hélder Postiga, ao minuto 58

Após a derrota com o Feynoord na apresentação aos sócios, o Sporting empata, desta feita, com o Vitória de Guimarães a duas bolas.
A equipa de Paulo Bento, esteve a ganhar por duas bolas a zero, golos de Matías Fernandez (46') e Hélder Postiga (58').
A segunda parte, tal como já havia sido no jogo anterior, foi para esquecer para o Sporting. Ao minuto 70', Roberto reduz para a equipa minhota e o empate deu-se ao minuto 88' por Jorge Gonçalves, num cruzamento de Milhazes, Miguel Veloso falha o pontapé.
Paulo Bento, após o jogo, diz que "nem todos jogaram com o coração". O treinador dos "leões" não gostou do facto de ter visto a sua equipa perder a vantagem de dois golos para um empate.
"Isto não fazia parte dos planos. O Sporting jogou bem na primeira parte, apesar de demorar a entrar no jogo - uma forma diferente daquilo que temos vindo a fazer. Depois, tomámos conta do jogo, apesar das poucas oportunidades. Mas, mesmo assim, as melhores ocasiões foram nossas. O Vitória só teve a oportunidade com o livre criado dentro da nossa área", começou por dizer o treinador leonino.
"Na segunda parte, entrámos bem, fizemos um golo e depois o 2-0 com naturalidade. Só que no futebol não se pode oferecer nada ao adversário. Assim... não se ganham jogos. Se estivermos no deserto não se pode dar água ao adversário, mas nós alimentámos o opositor e quem o faz em jogos particulares não está livre de os alimentar também em jogos a doer. É uma lição que vamos ter aprender, vendo e revendo os erros. Não se podem oferecer dois golos, por displicência e falta de atitude nos minutos finais", atirou.
"Acabámos por ter um prejuízo que não deveríamos ter tido. Fomos nós próprios que nos penalizámos. Deveríamos ter sido mais consistentes, mais coerentes com a nossa forma de abordar o jogo. A verdade é que o futebol joga-se com técnica, com a mente e com o coração. Hoje, nem todos jogaram com o coração. Claro que é perigoso jogar assim, não encarámos de melhor maneira alguns momentos da partida. Não soubemos valorizar o trabalho realizado. Vamos chegar a uma eliminatória europeia com apenas uma vitória e isso aumenta sempre a pressão", concluiu Paulo Bento.

domingo, 19 de julho de 2009

Sporting perde na apresentação aos sócios


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Resumo do jogo, inclui golo de Hélder Postiga

O Sporting sofreu hoje a segunda derrota em três jogos na pré-temporada futebolística, ao ser batido pelos holandeses do Feyenoord, por 2-1, no Estádio José Alvalade, estragando a festa de apresentação aos sócios.
Apesar das boas indicações da primeira parte, com a vantagem conseguida por Hélder Postiga, aos 31 minutos, os “leões” concederam dois golos nos primeiros cinco minutos da segunda metade, depois de já terem ganho ao Atlético do Cacém (3-0) e de serem derrotados pelo secundário inglês Nottingham Forest (1-0).
A pouco mais de uma semana da primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, diante dos holandeses do Twente, o histórico Feyenoord, que se viu no sétimo lugar do última Liga holandesa, foi mais eficaz na visita a Lisboa.
O treinador dos “leões”, Paulo Bento, voltou a apostar no reforço chileno Matias Fernandes, na posição mais adiantada do meio-campo, enquanto Miguel Veloso surgiu mais recuado, à frente dos centrais Polga e Carriço, acompanhado de Moutinho e do montenegrino Vukcevic.
A maior fluidez de jogo dos anfitriões foi uma constante ao longo da primeira parte, sobretudo através dos dinâmicos Fernandez - rápido, objectivo e sem virar a cara à defesa -, e Vukcevic, que alimentavam a dupla composta pelo brasileiro Liedson e Postiga.
A primeira ocasião de perigo surgiu na baliza defendida por Rui Patrício, mas a combinação entre Makaay e Cissé resultou num remate rasteiro ao lado e “Matigol”, no primeiro quarto-de-hora, quase fez jus à alcunha, mas o guardião Darley defendeu um primeiro remate e o outro “tiro”, de primeira, saiu por cima da trave.
O Sporting foi apresentando rápidas movimentações ofensivas e conseguiu sempre mais e melhor posse de bola do que o adversário, mas podia ter sofrido um golo num pontapé-de-canto, já que Fer e Cissé apareceram sem marcação na pequena área, falhando ambos por pouco, aos 21 minutos.Volvidos 10 minutos, os espectadores de Alvalade assistiram ao primeiro golo da época 2009/10, da autoria de Hélder Postiga, após uma triangulação com Liedson e Fernandez.
O avançado internacional português finalizou a veloz jogada com um potente remate cruzado, colocando o Sporting em vantagem, mas logo no primeiro minuto da segunda parte o Feyenoord aproveitou a apatia dos jogadores da casa para empatar.
Wijnaldum fintou vários adversários e assistiu o recém-entrado De Guzman, sem qualquer marcação, para o tento da igualdade, já na grande área dos “leões”, aos 46 minutos.
Apenas quatro minutos depois, Makaay teve uma segunda oportunidade, após um seu remate de cabeça ser defendido inicialmente por Rui Patrício, e conseguiu a reviravolta do resultado.
A reacção do Sporting, a pressionar mais à frente, surgiu por Polga e Liedson, num livre cobrado por Miguel Veloso, mas os remates encontraram sempre o corpo de adversários, enquanto outra tentativa de longe de Moutinho saiu ligeiramente por cima.
Já com a catadupa de substituições a descaracterizar a partida, Yannick, Adrien e Rochemback também viram os seus remates esbarrarem na defensiva contrária.

In: O Jogo

Deixo aqui também as declarações de Postiga:

"Temos de tirar ilações. Fizemos os possíveis mas não conseguimos vencer. As substituições não podem ser desculpa. Complicómetro? Sofremos dois golos em poucos minutos e isso demonstra que voltámos a complicar, de facto. Quanto ao golo, posso dizer que acertei bem na bola." Sobre a contratação de mais um avançado: "Estou aqui para trabalhar. Se vier mais um avançado, para acrescentar qualidade, será bem-vindo. Caicedo? Sei quem é. Como disse, se trouxer qualidade, será bem-vindo."

terça-feira, 7 de julho de 2009

"Para ser campeão basta ficar em 1º!"



Hélder Postiga não quer saber se o F.C. Porto está mais ou menos forte do que a temporada passada. Para o avançado, o Sporting precisa apenas de reflectir sobre os erros cometidos no passado e procurar evitá-los daqui para a frente, de forma a conseguir uma temporada mais regular. Para Postiga, para tudo ser diferente dos últimos anos, não é preciso mudar muita coisa, basta ao Sporting «ficar em primeiro».
A verdade é que o F.C. Porto perdeu o capitão Lucho González para o Marselha e está ainda longe de ter um plantel fechado. «Temos de nos preocupar é com o Sporting e procurar manter uma regularidade para sermos campeões. Temos de nos preocupar apenas com o Sporting», referiu Postiga.
No entanto, olhando para trás, o F.C. Porto conquistou catorze títulos nos últimos vinte anos. Hélder Postiga não hesita, mantém um discurso regular, bem afinado, sempre na mesma nota. «Temos de nos preocupar com o Sporting, o F.C. Porto é que tem de se preocupar com os jogadores que saíram e com os que vão entrar. O campeonato é uma prova de regularidade. O ano passado falhámos em algumas situações, temos de as corrigir», insistiu.
Situações que o avançado preferiu não enumerar, mas onde inclui os vários casos de indisciplina que se verificaram, a diferentes níveis, com Moutinho, Veloso, Vukcevic ou Stojkovic. «Temos de fazer uma retrospectiva da época passada e reflectir sobre o que correu mal e tentar corrigir. O F.C. Porto foi mais regular, temos de corrigir os nossos problemas internos. Erros que cometemos de jogo para jogo. Pensar nos pontos que perdemos fora, nos pontos que perdemos em casa. Tudo num grupo são problemas. A nível exterior, então, não podem acontecer, trabalhamos todos para o mesmo lado para que o Sporting seja melhor», explicou.
Mas feitas as contas, para o avançado, nem é preciso mudar assim tanto para o Sporting ser campeão já esta temporada. O essencial, atirou Postiga com humor, é «ficar em primeiro», nada mais.

In: IOL

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Apresentação aos sócios

Esta quarta-feira, o clube de Alvalade completa 103 anos. As comemorações da data terão início pelas 11h00, hora a partir da qual associados e adeptos do clube têm acesso gratuito ao Mundo Sporting e podem ter na apresentação de Matías Fernández um dos pontos altos.
Os responsáveis leoninos pretendem apresentar oficialmente o craque chileno no dia de hoje, para o qual está ainda prevista a apresentação dos novos equipamentos da equipa profissional de futebol para a temporada 2009/10, concretamente na Praça Centenário, às 20h00.
Amanhã, o dia terá como momento alto a apresentação de 11 novos sócios no auditório do estádio, às 18h30, evento ao qual se segue uma celebração do recorde mundial de Fernando Mamede nos 10 mil metros, em 1984.
Na sexta-feira, referência para a exibição das modalidades do clube na Praça Centenário, às 16h30, e, para sábado, entre as 9h00 e 18h00, estão previstos 100 km a nadar no multidesportivo: Bettencourt fará o primeiro percurso.
Camisola 14 leonina só "fala" espanhol
O mais recente recruta leonino tem uma fixação especial pelo número 14, que envergou praticamente em toda a sua ainda curta carreira. Uma vez que a camisola com o 14 de eleição de Matigol está vaga em Alvalade, tudo aponta para que seja este o jersey que lhe é atribuído. Curiosamente, o último detentor do 14 verde e branco foi o espanhol Koke.
Terá sido precisa a chegada do internacional chileno para alguém pegar no número sem dono. Por ironia do destino, deverá ser outro atleta que se exprime em espanhol a fazê-lo.
In: O Jogo

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Regresso ao trabalho


A equipa de futebol do Sporting regressa na sexta-feira ao trabalho, dia que marca o arranque da temporada 2009/2010 dos "leões" e em que as notas vão para a nova direcção e a ausência de reforços. O Sporting é o primeiro clube a regressar ao trabalho, já que o segundo lugar da época passada garantiu a presença na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, o que implica que a equipa comece a competir mais cedo que os seus rivais nacionais.
O primeiro treino da nova temporada está agendado para as 10:00, na Academia em Alcochete, sendo aberto à imprensa na integra, estando também prevista uma recepção à comunicação social.
Para já, o arranque de temporada tem como principal novidade a nova direcção do clube, liderada por José Eduardo Bettencourt, que sucede a Filipe Soares Franco depois da vitória nas eleições, o novo presidente renovou contrato com o técnico Paulo Bento por mais duas temporadas, tendo este mantido a equipa técnica, composta por Carlos Pereira, Leonel Pontes, João Aroso e Ricardo Peres.
Quanto ao plantel, até ao momento, apenas está confirmado o regresso de dois jogadores que estiveram emprestados pelo Sporting, o defesa esquerdo André Marques e o avançado Carlos Saleiro. Apesar de existirem informações sobre a possibilidade do Sporting contratar em breve o chileno Matias Fernandez, que alinha no Villarreal, e do interesse no avançado equatoriano do Manchester City, Filipe Caicedo, até ao momento não existe a confirmação de qualquer contratação para a nova temporada. Em relação às saídas existe também alguma indefinição, sendo confirmada apenas a saída do avançado brasileiro Derlei. Jogadores como Romagnoli, Ronny ou Tiuí não devem fazer parte das opções de Paulo Bento para a próxima temporada, tal como Purovic e Stojkovic, que regressam depois de empréstimo, mas também existe a possibilidade de Miguel Veloso ou Tonel deixarem o clube.
Entretanto, os brasileiros Polga, defesa central, e Liedson, avançado, vão apresentar-se apenas no sábado, devidamente autorizados pelo clube "leonino".

In: DN Online


sábado, 2 de maio de 2009

Académica - Sporting : Convocados


Para o jogo de amanhã, em Coimbra, Paulo Bento chamou:

Lista de convocados:

Guarda-redes: Rui Patrício e Tiago.

Defesas: Carriço, Ronny, Caneira, Tonel, e Abel.

Médios: Adrien, Izmailov, Miguel Veloso, Pereirinha, João Moutinho, Romagnoli e Diogo Rosado.

Avançados: Derlei, Hélder Postiga, Tiuí, Yannick Djaló e Liedson.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sporting perde em casa frente ao SC Braga

Depois da vitória frente ao FC Porto, o Sporting perdeu, ontem frente ao Braga, por 2-3.

Paulo Bento viu-se obigado a fazer uma alteração de última hora no onze inicial, uma vez que Hélder Postiga, se encontrava com febre e a recuperar de uma amigdalite.

O Sporting perdeu com o Sp. Braga, em pleno Estádio de Alvalade, e desperdiçou a oportunidade de ganhar pontos ao Benfica ou ao F.C. Porto que ainda jogam nesta altura no Dragão.

A equipa de Jorge Jesus marcou primeiro, aos 59 minutos,num lance confuso na área leonina, com Meyong a empurrar a bola para as redes de Patrício. Os leões reagiram e ainda chegaram ao empate, aos 68, por Derlei, mas Rentería, a concluir um belo lance de Luis Aguiar, voltou a colocar os minhotos na frente aos 81.

Um novo golo de Mossoró, que levantou muitos protestos da parte do Sporting, elevou a vantagem do Braga, mas a equipa de Paulo Bento ainda reduziu, em tempo de descontros, por Izmailov. [In: IOL Diário]

Desejo desde já as melhoras ao Hélder Postiga (:

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

FC Porto - Sporting : Postiga

O avançado português acredita na vitória do Sporting.Hélder Postiga esteve hoje na sala de imprensa onde abordou o jogo com o FC Porto do próximo fim-de-semana, a contar para a IV elminatória da taça de Portugal.
O avançado português passou 13 anos no FC Porto, mas isso, como o próprio reconhece, é passado e agora veste com orgulho as cores do Sporting: "
Cada dia que passa gosto mais de estar no Sporting. Estive lá 13 anos, mas agora tenho de arrumar o passado e pensar no futuro. Gosto muito de estar aqui e trabalhar neste clube. Isso é o mais importante".
Sobre o jogo propriamente dito, o facto de o FC Porto ter ganho em Alvalade recentemente ao Sporting em nada influenciará o encontro deste fim-de-semana: "
Nunca há dois jogos iguais. O último jogo entre as duas equipas onde o Porto saiu vencedor, penso que foi algo feliz na forma como marcou os golos. Este será um jogo completamente diferente".
Hélder Postiga também não acredita que os factores psicológicos possam influenciar este jogo: "
Eu não acredito em superioridade psicológica porque no último jogo entre as duas equipas estávamos psicologicamente mais fortes e perdemos esse jogo. Nestas partidas não interessa o momento de forma que as equipas atravessam".
Para o internacional português, o Porto vale pelo seu todo: "
O FC Porto vale pelo todo. Respeitar o FC Porto como temos feito sempre é importante. Tem grandes valores individuais mas não vou falar de pontos específicos. Respeito-os globalmente".
Vídeo aqui
In: RTP

sábado, 4 de outubro de 2008

“Pagar a factura? Vamos devolver com o IVA”

"Hélder Postiga não se mostrou intimidado com as declarações de Lucho González após a copiosa derrota sofrida pelo FC Porto ante o Arsenal em Londres. “O Sporting vai pagar a factura”, disse o argentino do FC Porto, o dianteiro leonino respondeu ontem após a vitória leonina sobre o Basileia.
“Pagar a factura? Vamos devolver com o IVA”, gracejou o avançado leonino, mostrando confiança em manter manter o Sporting no topo da classificação no final do clássico de domingo.
Apesar disso, Hélder Postiga não antevê facilidades. Antes pelo contrário. “Trata-se de mais um jogo que nos pode manter na liderança. O FC Porto vem com o orgulho ferido e vai querer demonstrar que é uma grande equipa”, observa.
Quanto ao jogo da Liga Dos Campeões, o ponta-de-lança disse ter sido “uma vitória importante depois de um resultado negativo”.
Também Miguel Veloso subscreveu as declarações de Hélder Postiga quando confrontado com as palavras de El Comandante, devolvendo-lhe o repto numa alusão à derrota do Sporting na Luz. “Nós também queremos que seja o FC Porto a pagar a factura.”

Quanto aos convocados para a Selecção Nacional, Hélder Postiga, volta a ficar de fora. Mesmo assim, deixo-vos aqui os escolhidos de Carlos Queirós:
Atlético Madrid - Maniche;
Chelsea - Bosingwa, Deco e Paulo Ferreira;
Inter - Ricardo Quaresma;
F.C. Porto: Bruno Alves e Raúl Meireles;
Zenit - Danny;
Galatasaray - Fernando Meira;
Manchester United - Cristiano Ronaldo e Nani;
Real Madrid - Pepe;
SC Braga - Eduardo;
Benfica - Carlos Martins, Nuno Gomes e Quim;
Sporting - João Moutinho, Tonel, Yannick;
Werder Bremen - Hugo Almeida;
Lecce - Antunes;
Valência - Miguel;
Bochum - Daniel Fernandes

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Uma boa noite para ver Postiga [Mais Futebol]

Valeu a pena passar 90 minutos a olhar para Hélder Postiga no Sporting-Belenenses. Jogou muito bem e as melhores histórias da partida passaram por ele.

O avançado ex-F.C. Porto participou nas acções decisivas. Quer dizer, em quase todas. Só não esteve do outro lado, quando Rui Patrício assinou duas excelentes defesas, nas oportunidades construídas pelo Belenenses. O resto foi com Postiga.

Logo aos seis minutos rodou bem e rematou forte. Ao lado. Estava fora-de-jogo, mas o auxiliar deixou seguir. Esta era já a quarta participação no jogo, em tão pouco tempo. Um toque de cabeça, boa pressão sobre Silas, queda na área.

Aliás, aos dez minutos apareceu outra vez caído no chão, mas as câmaras não mostram porquê. Levanta-se, recebe a bola e faz um bom passe para Romagnoli. O minuto 15 é o mais negro, esta noite. Uma entrada dura e desnecessária sobre Carciano custa-lhe um cartão amarelo. Postiga também é isto, já se sabe.

Ainda faz uma falta sobre Gomes antes de recuperar o equilíbrio. Aos 17 minutos um remate dá canto para o Sporting. Segue-se uma bola perdida. Uma bola parada no peito. Outra bola perdida no ataque. Um bom passe para trás. Aos 27 minutos não evita uma falta sobre Júlio César. Passa cinco minutos ausente. Volta para sofrer uma falta, a primeira.

Aproxima-se o momento do golo. Antes perde uma bola, mas no instante seguinte só ele percebe o que vai acontecer. Reage mais depressa do que toda a gente e aproveita o passe de Yannick Djaló, com um remate de boa execução. O golo sublinhava o que tinha sido a actuação do avançado até ali, sempre muito interessado no jogo, activo e com boas movimentações.

Até ao intervalo aparece mais nove vezes junto da bola. Passes curtos, obriga o adversário a cometer duas faltas e faz um bom passe para Djaló, o que origina um livre perigoso para o Sporting. No final dos 45 minutos tinha feito 38 por cento dos remates do Sporting. Fora o resto.

Ele aí está outra vez

O intervalo só serviu para Postiga se convencer de que esta poderia de facto ser a sua noite. No regresso Romagnoli descobre-o sobre a direita, na área. Com espaço, enfrenta o defesa. A bola passa, o toque é inevitável. «Penalty». O Sporting fecha a loja com 2-0.

Postiga também aparecerá menos. A bola andará mais nos pés dos médios, o Sporting tenta não se desequilibrar. Passe certo aos 50 minutos. Ganha um canto aos 53. Outro passe certo aos 58. Está na jogada do «3-0», mas o fora-de-jogo de Djaló anula o lance. Mais dois bons passes. Outro. Pequenas acções, quase sempre de costas para a baliza, como principal destinatário dos passes dos médios. Não cria perigo, mas ajuda a equipa a ter a bola.

Aos 75 minutos faz o primeiro cruzamento. A bola por pouco não chega com perigo a Vukcevic. Quatro minutos depois regressa ao chão, agora impulsionado por Vanderlei. A perder, o Belenenses mete um defesa para bater. Não faz grande sentido. Mas não se pode dizer que Vanderlei não fez a sua parte: 85 minutos, mais uma falta sobre Postiga.

O avançado do Sporting acaba o jogo a sorrir. Um sorriso de quem não acredita. João Moutinho acaba de fazer um passe fatal, a bola desvia ligeiramente em Júlio César e Postiga, sem ninguém na baliza, vê a bola subir e passar por cima. Na linha de pequena área. Inacreditável? Parece. Mas nada que retire brilho à noite daquele que é para já o melhor marcador do Sporting.

NOTA: esta é uma análise feita exclusivamente com base nas imagens televisivas do Sporting-Belenenses (SportTV). Pretende ser um olhar atento e razoavelmente objectivo sobre as acções com bola de um jogador, nesta partida. Só isso.

In: Mais Futebol

PS: Peço desculpa, pela falta de actualizações, mas o tempo escasseia. Não é por o tempo escassear que irei deixar o blog e muito menos deixar de actualizá-lo, por mais esporadicamente que cá venha por-vos-ei a par de todas as notícias relacionadas com o Hélder Postiga :D

Tatiana Jesus

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Perfil

Tatuagens: “Tenho. De pessoas de quem gosto muito.”
Fé:
“Benzo-me antes dos jogos. Sou cristão.”
Número 23:
“Para mim, é mágico. Era o mesmo de Michael Jordan [ex-basquetebolista, da NBA]. Admiro-o. Ele é, se não o melhor, um dos melhores desportistas de sempre.”
Ídolo:
“Van Basten. Nele, admirava tudo. A elegância… Não mudava nem as unhas.”
Referência:
“Ibrahimovic roça a perfeição, é fantástico. Considero-o muito parecido com Van Basten.”
“O Carteiro”:
“No Tottenham tinha essa alcunha [Postman] porque na pré-época fui o melhor marcador e fiz várias assistências.”
Apito Final:
“Não percebo nada disso.”
Penálti “à Panenka”:
“Se repetia? É melhor não dizer nada porque podem ficar atentos.”
Cidade:
Vila do Conde
País:
Portugal
Destino de férias:
Grécia
Comida:
Tripas, bacalhau, rojões, cozido... “Sou bom garfo e no Norte come-se muito bem. É o único senão de Lisboa.”
Bebida:
Água mineral sem gás
Outros desportos:
Ténis
Carro:
Mercedes SL
Jornais:
“Se os tiver na Academia, leio. As notas negativas? Já liguei mais. Há muitos interesses por detrás disso.”
Filmes:
Cinderella Man e Em Busca da Felicidade

Música:
Mariza, U2

Grande Entrevista exclusiva do RECORD


Desassombrado, sem medo das palavras, frontal, com discurso para o colectivo, autocrático e tranquilo. Eis Hélder Postiga, um homem novo, na primeira grande entrevista desde que trocou o Dragão por Alvalade

RECORD – Quer explicar-nos como aconteceu a transferência para o Sporting?
HÉLDER POSTIGA – O Sporting já tinha tido interesse. Este ano eu era uma aposta não só do treinador como da direcção e tinha a vantagem de estar no último ano de contrato, o que me permitia assinar por qualquer clube em Dezembro. Mas as negociações não foram fáceis. Nunca é fácil negociar entre clubes grandes. Ainda bem que tudo se resolveu. Estou muito feliz. Sair do FC Porto para o Sporting é sair de um grande para outro grande. Era isso que eu pretendia. Por outro lado, desejava mais estabilidade. Tenho 26 anos e posso jogar mais alguns anos ao mais alto nível. O Sporting pode oferecer-me isso tudo. Oferece estabilidade e permite lutar por títulos.

R – Esse namoro antigo de que falou data de quando?
HP – Aconteceu há uns dois anos. Lembro-me que se falou na troca de jogadores, mas o FC Porto nunca equacionou negociar.

R – Este ano chegou a alvitrar-se a hipótese de Vukcevic entrar no negócio…
HP – O que me interessava é que o Sporting resolvesse a questão e tivesse vantagem na contratação. Os contornos do negócio pouco me preocuparam. Sei que existia também o interesse do Panathinaikos e eu nunca – não faz parte do meu feitio – pressionei ninguém para sair ou vender. Deixei andar. Se o FC Porto decidiu negociar, foi porque não estava interessado na minha continuidade.

R – Quando estava com a Selecção em Óbidos já sabia que podia assinar?
HP – Sabia que as negociações com o Sporting não iam ser fáceis e nessa altura jogou-se a final da Taça entre os dois clubes. Nunca seria fácil nessa fase, mas o FC Porto não complicou muito as coisas. Foi bom.

R – Qual é a sensação de ter vindo para um dos maiores rivais do FC Porto?
HP – No início é um pouco estranho. Nunca me imaginei num clube rival, mas aos poucos as coisas vão-se ultrapassando. Está tudo a correr bem, as pessoas tratam-me bem e isso faz com que goste cada vez mais do Sporting.

R – Derlei disse que iria encontrar um balneário e um estilo de trabalho distintos daqueles que tinha no FC Porto. São diferentes em quê?
HP – São questões tão internas e específicas que é difícil explicar. Só vivendo por dentro. Os próprios directores fazem com que a mentalidade seja mais fechada ou mais aberta. Mas a mentalidade de vencer é a mesma.

R – As diferenças podem estar nas cidades, nos adeptos, em todo o envolvimento?
HP –
Sim. Lisboa tem dois grandes clubes. No Porto, neste momento, há um e a cidade é do FC Porto. Do Boavista são cada vez menos, porque o clube está numa situação difícil.

R – Este contrato dá-lhe a tranquilidade necessária para relançar a carreira?
HP – Era disso que eu estava à procura. Não queria ser novamente emprestado. Já quando fui para a Grécia, tratou-se de uma situação de recurso. Ninguém gosta de andar a saltar de um sítio para o outro. Este contrato veio no momento certo para ter estabilidade não só a nível profissional como a nível emocional e familiar.

R – Voltou a sentir-se desejado?
HP – Também. É essencial para um jogador sentir-se bem e trabalhar com mais vontade.

R – Octávio, o treinador que o lançou, diz que você sentindo confiança mantém níveis altos e grande estabilidade. Foi essa confiança que veio encontrar?
HP –
Sinto-me confiante. Há é momentos em que me retiram a confiança. Com isso é que não é fácil conviver.

R – Quem lhe retirou confiança?
HP – Algumas pessoas. Não digo que não me deixaram crescer, mas não me deram apoio quando mais precisava. Um desses momentos aconteceu na primeira época de Jesualdo Ferreira no FC Porto. A equipa estava a jogar bem e em 1.º lugar e de um momento para o outro fui preterido. Não se pode fazer uma análise por 2 ou 3 jogos e quando pensava que podia melhorar deixei de jogar.

R – Está magoado com Jesualdo Ferreira?
HP – Não sei se foi o Jesualdo a estar por detrás disso, mas é estranho que aconteça ao melhor marcador do campeonato. Caí de repente no esquecimento por não ter feito golos em 3 jogos seguidos.

R – Mourinho foi um dos que lhe retiraram confiança?
HP – Não. Se calhar até me deu confiança. Ajudou-me. Quando um jogador é jovem e tem uma ascensão rápida, sente-se perfeito. Eu pensava que não tinha erros. Não ouvia as pessoas e não corrigia determinados aspectos. Hoje tenho de ser sincero e reconhecer que errei, mas estou mais maduro. Ouço conselhos e sou mais ponderado nas decisões. Com a idade, aprendi a crescer e a ouvir

R – Quer dizer que esse problema está ultrapassado?
HP – Aprende-se com as experiências e essa com o Mourinho foi uma delas. Por outro lado, as pessoas não vivem sempre com o mesmo rótulo. O Hélder com 18 anos não é o mesmo aos 26. Tinha a fama de ser arrogante e vaidoso, mas as pessoas mudam. Hoje sou muito mais calmo. Sou pai e isso ajuda-me a ser mais ponderado nas decisões. Estou diferente.

R – Sente que já não tem a imagem do “menino mimado” e do “bom rebelde”?
HP –
Esses foram os rótulos que tive todos estes anos. É complicado mudar uma imagem quando ela está instalada, mas as pessoas tentam melhorar e não podem viver sempre com o mesmo rótulo.

R – Está diferente como jogador, mais solidário com o colectivo?
HP – Quando se joga a alto nível, vai-se aprendendo e tentando guardar os aspectos positivos. Ser solidário é uma forma de estar bem integrado num grupo.

R – Como ponta-de-lança, qual a meta em termos de golos esta época?
HP –
Um avançado vive de golos e quantos mais conseguir, melhor para si e para a equipa, mas o principal objectivo este ano é ver o Sporting campeão.

R – Ainda assim, precisou de poucos minutos para marcar...
HP –
É bom para quem está a começar e precisa de confiança. Senti uma satisfação enorme.

R – A vontade de se fixar no onze é grande?
HP –
Comecei mais tarde e havia uma estrutura definida do ano anterior. Não é fácil entrar no núcleo duro. Cabe-me ganhar espaço com calma. Fui submetido a uma operação. Tenho de pensar no trabalho passo a passo.

R – Partiu em desvantagem?
HP – Não me vou defender com esse argumento. Comecei com limitações, mas sei até onde posso ir.

R – Falando do ataque, sem Liedson, está a entender-se melhor com quem?
HP – Nem sempre temos a percepção lá dentro. Mas é normal que conheça um pouco mais do Derlei e saiba melhor o que pode sair dali.

R –
A concorrência está a ser maior do que esperava?
HP –
Não. O Sporting tem um plantel de 25 jogadores, quase todos internacionais ou de muita qualidade, o que ajuda o grupo e dificulta a tarefa do treinador. Agora vamos entrar num ciclo em que jogaremos domingo-quarta, com castigos e lesões, e haverá espaço para todos. O importante é estar ao melhor nível quando for chamado á competição.

R – Já estava à espera que Yannick explodisse?
HP – Não é surpresa. Nem ele nem outros. O único do plantel que não conhecia e surpreendeu-me pela positiva foi o Carriço. Dentro de poucos anos será dos melhores centrais do futebol português. O miúdo é bom.

R – Têm boa relação?
HP – Ele jogou no Chipre e diz algumas palavras em grego. É natural que às vezes possa estar na palhaçada com ele [risos].

R – Nos treinos, é descontraído e percebe-se que gosta de trocar “galhardetes” com os companheiros de equipa, como Tonel. Já se sente em casa?
HP – Faz parte da minha maneira de ser. Gosto de deixar as pessoas à-vontade. É saudável. Fui criado assim. Depois, há jogadores com quem temos mais confiança para “pegar”. Como já conhecia o Tonel, porque joguei com ele quando éramos miúdos, tenho mais confiança com ele.

R –
Com quem partilha quarto nos estágios?
HP – Varia. Na Academia é com o Caneira.

R – Paulinho já é um aliado e amigo. Ele é peça importante no grupo?
HP – Sim, pelo ambiente e pela alegria que traz para dentro do balneário. Às vezes é importante, porque não acordamos bem dispostos todos os dias.

«Sou leão»

R – O golo de Braga foi especial e dedicou-o ao seu pai. Porquê?
HP – Tinha-lhe dito que ia marcar um golo para lhe oferecer no dia de aniversário. Os meus pais têm sido muito importantes e sou muito próximo deles. Foi uma forma de agradecer os bons e maus momentos que têm passado comigo.

R – Há sportinguistas lá em casa?
HP –
Tenho um irmão que é um troca-tintas. Ele cresceu e eu pertencia às camadas jovens do FC Porto. Agora que estou no Sporting, já é sportinguista.

R –
É verdade que você era benfiquista em pequeno?
HP – Numa família de benfiquistas, é normal que tenha seguido os passos. Depois, fui muito novo para o FC Porto e aprendi a gostar do FC Porto. Mas o meu clube de sempre é o Varzim, é o único de que sou sócio. Neste momento, sou do Sporting e do Varzim. Gosto mais do Sporting a cada dia que passa.

R – Já se sente sportinguista?
HP – Sou leão. E sou de signo Leão.

R – Que opinião tem de Filipe Soares Franco, Miguel Ribeiro Teles e Pedro Barbosa?
HP – Soares Franco está sempre presente, nos bons e nos maus momentos, e considero isso importante. Não se deve aparecer só ou quando a equipa está mal ou quando está bem. O mesmo acontece com Ribeiro Teles e Pedro Barbosa. Também estão sempre presentes e têm uma ligação muito forte ao balneário e aos jogadores.

R – Em Braga, comemorou o golo com Pedro Barbosa…
HP – É uma pessoa de quem eu me sinto próximo. Tenho uma relação próxima com ele. Foi importante na minha vinda para o Sporting. Foi o primeiro a falar comigo sobre essa hipótese.

R – Depois de 2 meses e meio de trabalho com Paulo Bento, que impressão tem do treinador?
HP – É uma pessoa muito directa, que tem os seus métodos de trabalho e é muito frontal naquilo que pensa e quer. E isso é uma base para se ter sucesso. Ele fez questão de estar na minha apresentação. A atitude, não só dele como de outros, foi importante. Senti que fizeram um esforço porque queriam estar presentes. E quando se chega a um clube é importante conhecer as pessoas e sentirmo-nos integrados.

R – Como acompanhou o caso espoletado pelo facto de João Moutinho ter dito que pretendia abandonar o Sporting?
HP – Se ele afirmou isso, se era o que ele pensava no momento, depois também já disse o contrário, ou seja, que está de alma e coração no Sporting. Devemos pedir responsabilidade ao jogador, mas ao mesmo tempo pensar nele. Foi um acto que não aconteceu no timing certo, mas já está tudo sanado.

R – Caneira disse que esse episódio abalou o balneário. Também sentiu isso?
HP –
Quando surgem situações dessas, é normal que sejam comentadas. Nem que se ouça falar baixinho, acaba-se por pensar: “De certeza que está a falar daquilo”. Percebe-se sempre um burburinho. No futebol, é normal sentirem-se … vibrações [risos].

R – Acha que era possível um capitão do FC Porto ter a mesma atitude?
HP – Não quero responder a essa pergunta.

R – Quem geriu melhor as situações: o Sporting, com Moutinho, ou o FC Porto, com Quaresma?
HP – Geriu melhor o Sporting, porque ficou com Moutinho.

R – Detendo-nos no Sporting, como classifica o balneário e o ambiente no grupo?
HP – Tem sido fantástico. O balneário quando se ganha é sempre fantástico [risos]. Mas é essa a minha impressão. Há uma mescla de jogadores mais experientes com jovens formados na Academia. O segredo de um grupo é encontrar jogadores que tenham o mesmo objectivo e remem para o mesmo sítio. No Sporting, o que encontro é isso. As pessoas querem todas o mesmo objectivo, querem ter sucesso, querem que o Sporting seja campeão. É dos melhores da minha carreira. Na época da vitória na Taça UEFA, no FC Porto, também tínhamos um balneário fantástico. O que vim encontrar aqui faz-me lembrar um pouco do espírito que vivíamos no FC Porto.

R – Pela negativa, o jogo de Madrid foi o primeiro grande teste ao balneário?
HP – É uma lição para todos. Para quem jogou e para quem não jogou. Estávamos galvanizados e quando as coisas correm bem é normal que se encha um pouco mais o peito. Mas isso fez-nos cair na realidade e pensar que se calhar não somos tão bons e também cometemos erros. Estas derrotas ajudam-nos a crescer. Até podemos pensar que estamos bem e que vai ser difícil ganhar-nos, mas se não entrarmos com seriedade, se não tivermos vontade de vencer, é natural que haja mais desaires desses.

R –
Madrid pretendia antecipar os ciclos de 2 jogos por semana e o primeiro começa em Barcelona; na Liga, seguem-se Belenenses, Benfica e FC Porto. A equipa está preparada?
HP – É um ciclo difícil mas bom. Complicado porque vai colocar-nos à prova e exigir do grupo uma mentalidade forte. Bom porque, sem tirar valor aos restantes, os jogos da Champions e os dérbis são aqueles em que todos gostam de participar.

R – Estes jogos com o Barcelona e o Benfica podem ser decisivos no sentido de embalar a equipa para uma época muito boa?
HP – Não se pode resumir uma época de 50 jogos a 2. Não se pode fazer esse tipo de juízos ou avaliações em Setembro. Eu acredito que os adversários partilhem do pensamento que o Sporting está forte, porque têmo-lo demonstrado em campo. Não é só de boca, como dizem alguns; estamos fortes. Mas não vamos resolver a época em 2 jogos.

R – Deixou perceber que o Sporting, por ter conquistado a Supertaça, era o mais forte candidato ao título. É assim?
HP – Não é o mais forte. Os candidatos são três. O que me perguntaram foi se o Sporting era um sério candidato. Ora, se o campeão foi o FC Porto e se nós ganhámos ao campeão na Supertaça, parece-me que temos um pouco mais de percentagem…

R – Pela sua experiência, o que é preciso para se ser campeão?
HP – Como disse, é importante ter bom balneário. Não é fácil ter um grupo de 20 e tal jogadores, onde há 11 felizes, 7 mais ou menos e o resto está com azia. É complicado. Saber gerir um grupo não é assim tão fácil e isso faz com que um dos ingredientes para o título seja esse. Depois, há que ganhar jogos e ter estabilidade durante o campeonato.

R – Qual é o adversário que mais teme, Benfica ou FC Porto?
HP – Por vezes somos nós próprios o nosso pior adversário, porque temos de lutar contra as nossas adversidades. Estão os dois muito fortes, mas quando menos esperamos o perigo está lá e perdemos pontos contra quem não imaginávamos.

RECORD – Yannick mereceu a chamada à Selecção?
HÉLDER POSTIGA – Mereceu. Pelo que fez na Supertaça e pelo nível que tem exibido. Dei-lhe os parabéns.

R – Desiludiu-o o facto de não ter sido convocado nestes primeiros jogos?
HP – Não. O meu objectivo é estar bem no clube. Quero ajudar a equipa, conquistar o meu espaço e crescer como jogador. Para o seleccionador, os jogadores que ele convocou são os melhores de Portugal e os que lhe dão mais garantias. Cabe-me trabalhar para modificar essa opinião. Não vou ficar revoltado, porque respeito as decisões.

R – A Selecção está num segundo plano?
HP –
Neste momento está. Tenho a minha cabeça apenas no Sporting.

R – Mas pensa estar presente no Mundial?
HP – Seria hipócrita se dissesse que não gostava de jogar a Champions para o ano ou não estar numa grande competição.

R – Também sem hipocrisias, sente que tem lugar nesta Selecção?
HP – Neste momento?

R – Sim.
HP – Neste momento acho que preciso de estar melhor a todos os níveis. Preciso de estar bem para ter o meu espaço no Sporting.

R – Que opinião tem de Carlos Queiroz?
HP –
Fez bom trabalho nos Sub-20 e com a chamada “Geração de Ouro”. As referências dele são as melhores.

R – E Scolari? Deixa saudades, a si e ao futebol português?
HP – A mim deixa, porque me ajudou imenso. Estaria a mentir se dissesse o contrário. Conseguiu coisas fantásticas para Portugal. Ajudou-nos imenso a crescer no futebol.

«Estava ‘morto’ no FC Porto»

R –
O que pensa ter falhado nas suas passagens pelo estrangeiro?
HP –
Não considero que tenha falhado no Saint-Etienne e no Panathinaikos. Foram campanhas de recurso. Estava ‘morto’ aqui, no FC Porto. Estive um ano no Saint-Etienne. Depois, cheguei como jogador-chave, com Adriaanse, mas passado uns meses estava na equipa B. No Panathinaikos, a mesma coisa. Mas queriam que eu continuasse e as coisas correram bem. Só no Tottenham, quando tinha 20 anos, é que posso ter falhado, mas lembro que o treinador, Glenn Hoddle, saiu à 6.ª jornada, e foi ele que deu o aval para a minha contratação. David Platt, que o substituiu, era contra as aquisições que ele tinha promovido. Todos os jogadores que estavam nessas circunstâncias, como Kanouté, Dalmat, etc, tinham tratamento diferente.

R – Sente vontade de regressar um dia ao estrangeiro?
HP – No futebol não se sabe o que vai ser o dia de amanhã. Acredito que um dia ainda possa lá voltar. Não é um objectivo. Se estiver feliz num clube, não vou mudar. Se continuar feliz como estou no Sporting neste momento, quero é ficar aqui por muitos anos e ganhar títulos.

«Se há coisa que não gosto de comentar é a arbitragem»

R – O Sporting tem sido crítico com a arbitragem. Tem razões de queixa?
HP – Se há coisa que não gosto de comentar é a arbitragem. Todos erramos. Mas não é fácil estar dentro de campo e acontecer um caso como aquele do Polga, no jogo com o Trofense. Como jogador, fico revoltado. Depois, mais a frio, tem de se pensar que o árbitro não fez por mal. É isso que quero pensar. Temos de ser mais frios na análise aos árbitros.

R – Sente que existe hostilidade com o Sporting? Há diferenças, por exemplo, em relação ao FC Porto?
HP – Não. Acho que nenhum árbitro tem esse tratamento diferenciado. Podem é simpatizar mais com um jogador ou com outro.

«Há quem não me possa ver nem pintado de ouro»

R – Um jogador vive do carinho dos adeptos?
HP – Quando se vai ao teatro e não se aplaude o actor, ele fica a pensar que não vale nada. Passa-se o mesmo com um jogador, se vai ao estádio e não recebe aplausos, se não sente o incentivo e o carinho das pessoas. Quem disser o contrário está a mentir.

R – E como é o público do “teatro” de Alvalade?
HP –
Até agora não tenho motivos de queixa. A acústica do estádio também é boa [risos]...

R –
Como pensa que vai ser recebido pelos adeptos do FC Porto quando jogar no Dragão?
HP –
Não faço a mínima ideia. Sei que há muitas pessoas do FC Porto que gostam de mim, disso não duvido. Mas também sei que há outras que me detestam. Há gente que não me pode ver nem pintado de ouro. São os que me chamam arrogante e vaidoso.

«Quando posso ainda vou à pesca»

R – O seu irmão José já fez férias na Academia. O Sporting é o clube ideal para ele?
HP –
Penso que sim. A Academia tem excelentes condições para os miúdos. Já lhe dei conselhos e disse-lhe que esta vida não é fácil. Eu tive a sorte de me tornar profissional de futebol, mas vivi para ele entre os 12 e os 18 anos. Não saía ao sábado à noite, fui perdendo os meus amigos de Vila do Conde, perdi muitas vezes a presença dos meus pais para oferecer tudo ao futebol.

R – Teve de deixar de estudar?
HP – Aos 15 anos. Não conseguia conciliar os estudos com o futebol. Nesse ano reprovei por faltas, porque estive num Campeonato da Europa de Sub-16 na República Checa. Estava no 10.º ano. Ajudava o meu pai durante o dia e à noite ia treinar.

R – O que recorda dos tempos em que ajudava o seu pai na faina?
HP –
Ajudava-o lá nas redes do armazém e depois ia treinar. Tenho saudades desses tempos, porque adoro o mar, a pesca e vivia tudo isso com muita intensidade.

R – A pesca é ainda um passatempo?
HP – Adoro pesca de mar e quando posso aproveito. Se não fosse futebolista, o mais certo era ser pescador. Numa família e numa cidade de pescadores, não há muitas outras opções.

R – Conta-se que um dia apanhou com o seu pai mil cabazes de sardinha. É verdade?
HP – Lembro-me que tinha uns 7 anos. Fui para o mar com o meu pai e passámos um daqueles dias memoráveis. Enchemos o barco de sardinhas.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Postiga dá vitória ao Sporting


Boa noite! :D

Ontem à noite jogou-se a última partida da 2ª jornada, o Braga recebeu o Sporting. Hélder Postiga estreou-se a titular e a marcar pelo Sporting na Liga Sagres com a camisola dos leões par render Yannick que se encontrava lesionado.

O único golo da partida surgiu aos 3 minutos num lance de Abel em que Postiga respondeu da melho forma garantindo assim os três pontos e a liderança do campeonato para a equipa de Paulo Bento.

Este foi o primeiro de muitos golos, eu acredito em ti, no teu valor e no teu potencial, tanto que tenho a certeza que irás voltar a marcar muitas mais vezes com a camisola do Sporting e com a camisola da Selecção de 23 nas costas! Que esta nova etapa da tua carreira seja a melhor, recheada de triunfos e de momentos bons para recordar mais tarde!

Grande Postiga, ídolo para sempre! :D

“Entrámos bem no jogo, com grande entreajuda entre todos os atletas. Acho que devo dar os parabéns a toda a equipa, porque ganhámos num campo muito difícil”, iniciou o reforço do Sporting.
Quanto a objectivos, Postiga já os tem bem traçados: “Quando há empenho de todos é bom. Vamos tentar manter o primeiro lugar toda a época. É o nosso objectivo.”


Felicitamos toda a equipa do Sporting, tal como tu o fizeste, mas felicitamos-te a ti em especial, por mostrares a tua garra quando há gente que começa a duvidar dela! :D

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Real Madrid vence Sporting, por 5-3


Na passada quarta-feira, o Sporting defrontou o Real Madrid na conquista do troféu Santiago Barnabéu, em que perdeu por 5 bolas a 3 com a equipa espanhola.

O Sporting entrou mal no jogo, cometendo erros atrás de erros, que foram aproveitados pelos madrilenos, que ao terceiro remate já contavam com três golos. A primeira parte foi para esquecer para o Sporting, que saiu para o intervalo a perder por 5-1. Na segunda parte, Paulo Bento fez algumas alterações, mantendo Hélder Postiga, que jogou de inicio e que se manteve até ao final da partida. Paulo Bento trocou de guarda-redes, tendo tirado Rui Patrício e colocado Tiago, na vez de Pedro Silva entrou Abel, Tonel rendeu Abel e Yannick rendeu Tiuí.
Com todas estas alterações o Sporting entrou bem no jogo e conseguiu diminuir a desvantagem por intermédio de Yannick aos 73 minutos, que sucedeu a Izmailov que marcou aos 31 minutos. A formação de Paulo Bento ainda voltou a marcar através da conversão de livre batido por Miguel Veloso.
Hélder Postiga, realizou o primeiro jogo completo com a camisola dos "leões", em que apesar de não lhe faltarem ocasiões para marcar, não foi feliz.
No final do jogo, o avançado leonino mostrou-se infeliz pela derrota e diz que nada na primeira parte correu bem ao Sporting, eis as declarações do jovem jogador: “A primeira parte foi muito má. Entrámos no jogo com vontade de ganhar o troféu, mas o facto é que as coisas não nos correram bem. Foram 45 minutos negativos em todos os aspectos. Na segunda parte corrigimos alguns pormenores, e foi bem mais positiva”


Hélder Postiga, volta a ficar fora dos convocados da Selecção para defrontar, a Malta e a Dinamarca, jogos que vão iniciar a caminhada de Portugal para o apuramento do Mundial de 2010. O seleccionador nacional contou com os seguintes jogadores:

Guarda-redes: Quim, Eduardo e Daniel Fernandes

Defesas: Miguel, Bosingwa, Fernando Meira, Pepe, Ricardo Carvalho, Bruno Alves, Paulo Ferreira e Antunes.

Médios: Maniche, João Moutinho, Carlos Martins, Raul Meireles, Pedro Mendes e Deco .

Avançados: Simão, Danny, Nani, Nuno Gomes, Yannick Djaló e Hugo Almeida.


Tatiana Jesus ©

domingo, 24 de agosto de 2008

"Estamos mais fortes porque vencemos o FC Porto"

Hélder Postiga está feliz no Sporting, onde encontrou «o que esperava», «sente-se realizado», já ganha «títulos» e espera ser campeão nacional. A vitória na Supertaça sobre o F.C. Porto, a sua antiga equipa, é apenas o começo e a prova de que os leões são no momento mais fortes que o campeão nacional.

«A adaptação está a correr bem, o grupo é fantástico e, vindo de lesão, sinto-me cada vez melhor. Encontrei o que esperava, estou num grande clube, a ganhar títulos e acho que é o suficiente para um jogador se sentir realizado», começou por dizer o ponta-de-lança contratado ao F.C. Porto.

A vitória do Sporting sobre o campeão nacional na Supertaça prova, no seu entender, a valia do grupo que representa, que considerou, aliás, em melhor posição para brilhar no campeonato. «O futebol português resume-se a três equipas e passará por elas o título nacional. Neste momento considero mais forte o Sporting, porque vencemos o F.C. Porto no último fim-de-semana.»

A conquista do título foi «especial» para Hélder Postiga, mas, como o próprio explicou, «não por ser frente ao F.C. Porto» e sim «por começar a época a vencer». Para o avançado, a vitória não poderia ser mais moralizadora, quando se avizinha a primeira jornada da Liga. «Dá-nos confiança, ainda por cima frente ao campeão nacional, para fazer coisa boas, como ser campeão», reiterou.

Concorrência não intimida Postiga

Mas apesar de Hélder Postiga não ter sido opção para Paulo Bento na primeira final da temporada, sente-se «perfeitamente capaz de ser titular». O avançado não se sente intimidado com a concorrência na frente, muito menos está «obcecado» em marcar na primeira oportunidade, que poderá ser já no sábado.

«Quem fica a ganhar é o Sporting, porque tem sempre jogadores motivados e à procura de um lugar no onze. (...) Mais importante que marcar um golo é fazer uma exibição positiva e a equipa ganhar. Claro que o golo é a cereja no topo do bolo para qualquer avançado.»

Sobre o adversário Trofense, comandado por António Conceição, tem as devidas reservas. «Subiu este ano e tem um bom treinador, que conhece bem o futebol português. Vai ser um jogo difícil, porque as equipas que normalmente vêm a Alvalade vêm para defender e podem dificultar os nossos processos», perspectivou.

In: Mais Futebol

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Sporting vence Supertaça Cândido de Oliveira

O Sporting conquistou este sábado a sétima Supertaça portuguesa de futebol da sua história, depois de derrotar o FC Porto, por 2-0, com dois golos de Yannick Djaló, em encontro disputado no Estádio do Algarve.
O avançado sub-21 português, que ainda atirou uma bola à barra aos 86 minutos, colocou o Sporting em vantagem aos 45, após um centro de Abel, e sentenciou o encontro aos 57, quando aproveitou uma falha de Sapunaru para bater pela segunda vez Helton.

O FC Porto poderia ter reentrado no encontro aos 72 minutos, quando Caneira colocou a mão na bola dentro da área, mas, na conversão de uma grande penalidade, Lucho Gonzalez, que, na primeira parte tinha enviado uma bola ao poste, permitiu a defesa de Rui Patrício.

Esta é a sétima Supertaça Cândido de Oliveira conquistada pelo Sporting, que, pela primeira vez, conseguiu revalidar o troféu, que tinha ganho na época passada, igualmente contra o FC Porto.


Ficha de Jogo:

  • Equipas:

- FC Porto: Helton, Sapunaru, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Benitez, Guarin (Candeias, 70), Raul Meireles, Lucho Gonzalez, Cristian Rodriguez, Lisandro Lopez e Farias (Hulk, 56).

(Suplentes: Nuno, Rolando, Fucile, Fernando, Tomas Costa, Candeias e
Hulk).

- Sporting: Rui Patrício, Abel, Polga, Tonel, Caneira, Rochemback, João Moutinho, Izmailov, Romagnoli (Miguel Veloso, 67), Yannick (Pereirinha, 90) e Derlei (Hélder Postiga, 82).

(Suplentes: Tiago, Grimi, Miguel Veloso, Adrien, Pereirinha, Tiuí e Hélder Postiga).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Polga (10), Benitez (28), Caneira (71), Lucho Gonzalez (90). Miguel Veloso (90) e Cristian Rodriguez (90).


Árbitro: Carlos Xistra, de Castelo Branco.

Assistência: 23.609 espectadores.

  • Marcadores:
0-1, Yannick Djaló, 45 minutos.
0-2, Yannick Djaló, 57.
In: RTP

Hélder Postiga, avançado do Sporting, a comentar a conquista da Supertaça, diante do F.C. Porto. Foi a primeira vez, em jogos oficiais, que o internacional luso defrontou o clube onde se formou:

«O mais importante era o Sporting vencer. O F.C. Porto é um clube do qual gosto, mas é pelo Sporting que vou lutar até ao fim.
[sobre o facto de ter sido suplente] «Temos muitos jogos e todos vão ter oportunidades.»

[sobre a ausência da primeira convocatória do novo seleccionador português, Carlos Queiroz] «São opções, temos de respeitar e trabalhar para voltar.»

In: IOL

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Sporting vence último teste da pré-época


O Sporting venceu a Sampdoria, no sábado, no último particular da pré-temporada. Derlei e João Moutinho marcaram para os «leões», num jogo em que o capitão voltou à titularidade. João Moutinho regressou ao «11» do Sporting e os «Leões» voltaram a vencer. Início de jogo muito táctico entre os «Leões» e a Sampdoria. Foi preciso esperar pelos 24 minutos pela primeira jogada de perigo, que foi logo coroada com golo. Yannick Djaló assistiu Derlei que rematou para o primeiro golo do encontro. Em vantagem o Sporting pareceu acreditar ainda mais. A primeira parte foi fértil em protestos. O árbitro Pedro Proença teve várias vezes de impedir de forma veemente o contacto entre os jogadores, com o banco da Sampdoria a mostrar-se sempre inconformado com as decisões do árbitro. Ao invés de um particular, parecia que os jogadores encaravam a partida como uma final.
A cinco minutos do intervalo Romagnoli cruzou para a área e Derlei, por pouco, não bisou no encontro. A primeira parte não terminou sem que a Sampdoria ficasse reduzida a 10. A entrada de Campagnaro sobre Rochembach valeu um cartão vermelho directo ao jogador argentino.
No segundo tempo Paulo Bento mudou meia equipa e o Sporting surgiu mais solto e a fazer mais pressão. Izmailov, um dos resistentes da primeira parte e o melhor em campo, combinou bem com Hélder Postiga, mas no momento do remate a pontaria saiu desafinada.
Aos 81 minutos, e depois de não assinalar uma grande penalidade clara sobre Rodrigo Tiuí, Pedro Proença sancionou a falta na área de Gastaldello sobre Hélder Postiga. O internacional foi chamado a converter o castigo máximo e bateu o guardião suplente da Sampdoria, Fiorillo. Estava assim feito o resultado final aos 2-0.
In: TVI



Ficha de Jogo
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Pedro Proença
Auxiliares: André Campos e Ricardo Santos
4º Arbitro: Luis Estrela
SPORTING: Rui Patrício (Tiago, 46m); Abel (Caneira, 46m), Tonel, Polga, Grimi (Ronny, 68m); Rochemback (Miguel Veloso, 46m), Izmailov, Moutinho (Adrien, 83m) e Romagnoli (Pereirinha, 46m); Derlei (Postiga, 46m) e Yannick Djaló (Tiuí, 68m)
Suplentes não utilizados: Ricardo Batista, Daniel Carriço e Pedro Silva
SAMPDORIA: Mirante (Fiorillo, 65m); Campagnaro, Gastaldello, Accardi; Stankevicius, Sammarco (Lucchini, 65m), Palombo (Poli, 75m), Franceschini (Ziegler, 59m) e Pieri (Bianco, 88m); Delvecchio (Padalino, 54m) e Bonazzoli (Mustacchio, 81m)
Suplentes não utilizados: Rossini, Eramo e Grieco Disciplina: cartão amarelo para Abel (19m) e Ronny (90m). Cartão vermelho para Campagnaro aos 44 m.
Golos:
1-0 por Derlei, aos 24m; 2-0 por João Moutinho, de grande penalidade, aos 82m
In: Mais Futebol